Neste ano de 2019 completou 465 anos, em 25 de janeiro, data de sua fundação.
São Paulo, a maior metrópole do país e da América Latina, retrata diariamente a história de um povo marcado por lutas, conquistas e polêmicas
A cidade é, ao todo, um só coração que pulsa mistos de sentimentos m toda sua imensidão e esplendor.
Relembraremos aqui algumas, das várias, cancões que englobam paixões e desamores por essa cidade paulistana.
Adoniran Barbosa - O trem das onze
Publicado em 30 de abr de 2008
Letras
La la laia laia
Tu du rururu, tu du rururu, tu du rururu (laia laia)
Não posso ficar nem mais um minuto com você
Sinto muito amor, mas não pode ser
Moro em jaçanã
Se eu perder esse trem
Que sai agora às onze horas
Só amanhã de manhã
Tu du rururu, tu du rururu, tu du rururu (laia laia)
Não posso ficar nem mais um minuto com você
Sinto muito amor, mas não pode ser
Moro em jaçanã
Se eu perder esse trem
Que sai agora às onze horas
Só amanhã de manhã
Não posso ficar nem mais um minuto com você
Sinto muito amor, mas não pode ser
Moro em jaçanã
Se eu perder esse trem
Que sai agora às onze horas
Só amanhã de manhã
Sinto muito amor, mas não pode ser
Moro em jaçanã
Se eu perder esse trem
Que sai agora às onze horas
Só amanhã de manhã
Além disso mulher, tem outra coisa
Minha mãe não dorme enquanto eu não chegar
Sou filho único
Tenho minha casa prá olhar
Minha mãe não dorme enquanto eu não chegar
Sou filho único
Tenho minha casa prá olhar
Não posso ficar
Não posso ficar nem mais um minuto com você
Sinto muito amor, mas não pode ser
Não posso ficar nem mais um minuto com você
Sinto muito amor, mas não pode ser
Moro em jaçanã
Se eu perder esse trem
Que sai agora às onze horas
Só amanhã de manhã
Se eu perder esse trem
Que sai agora às onze horas
Só amanhã de manhã
Além disso mulher, tem outra coisa
Minha mãe não dorme enquanto eu não chegar
Sou filho único
Tenho minha casa prá olhar
Não posso ficar
La la laia laia
Du du du (laia laia)
La, la, laia laia
Du du du (laia laia)
Minha mãe não dorme enquanto eu não chegar
Sou filho único
Tenho minha casa prá olhar
Não posso ficar
La la laia laia
Du du du (laia laia)
La, la, laia laia
Du du du (laia laia)
Compositores: Adoniran Barbosa
Letra de Trem Das Onze © Tratore
Caetano Veloso - "Sampa" - Arquivo - Trama/Radiola 13/10/08
TramaRadiola
Letras
Alguma coisa acontece no meu coração
Que só quando cruza a Ipiranga e Av. São João
É que quando eu cheguei por aqui eu nada entendi
Da dura poesia concreta de tuas esquinas
Da deselegância discreta de tuas meninas
Ainda não havia para mim Rita Lee
A tua mais completa tradução
Alguma coisa acontece no meu coração
Que só quando cruza a Ipiranga e avenida São João
Que só quando cruza a Ipiranga e Av. São João
É que quando eu cheguei por aqui eu nada entendi
Da dura poesia concreta de tuas esquinas
Da deselegância discreta de tuas meninas
Ainda não havia para mim Rita Lee
A tua mais completa tradução
Alguma coisa acontece no meu coração
Que só quando cruza a Ipiranga e avenida São João
Quando eu te encarei frente a frente e não vi o meu rosto
Chamei de mau gosto o que vi, de mau gosto, mau gosto
É que Narciso acha feio o que não é espelho
E à mente apavora o que ainda não é mesmo velho
Nada do que não era antes quando não somos mutantes
E foste um difícil começo
Afasto o que não conheço
E quem vem de outro sonho feliz de cidade
Aprende depressa a chamar-te de realidade
Porque és o avesso do avesso do avesso do avesso
Chamei de mau gosto o que vi, de mau gosto, mau gosto
É que Narciso acha feio o que não é espelho
E à mente apavora o que ainda não é mesmo velho
Nada do que não era antes quando não somos mutantes
E foste um difícil começo
Afasto o que não conheço
E quem vem de outro sonho feliz de cidade
Aprende depressa a chamar-te de realidade
Porque és o avesso do avesso do avesso do avesso
Do povo oprimido nas filas, nas vilas, favelas
Da força da grana que ergue e destrói coisas belas
Da feia fumaça que sobe, apagando as estrelas
Eu vejo surgir teus poetas de campos, espaços
Tuas oficinas de florestas, teus deuses da chuva
Pan-Américas de Áfricas utópicas, túmulo do samba
Mas possível novo quilombo de Zumbi
E os Novos Baianos passeiam na tua garoa
E novos baianos te podem curtir numa boa
Da força da grana que ergue e destrói coisas belas
Da feia fumaça que sobe, apagando as estrelas
Eu vejo surgir teus poetas de campos, espaços
Tuas oficinas de florestas, teus deuses da chuva
Pan-Américas de Áfricas utópicas, túmulo do samba
Mas possível novo quilombo de Zumbi
E os Novos Baianos passeiam na tua garoa
E novos baianos te podem curtir numa boa
Compositores: Caetano Emmanuel Viana Teles Veloso / Elvira Perpinya Brull
Letra de Sampa © Warner/Chappell Music, Inc, Terra Enterprises, Inc
Raul Seixas - Rua Augusta / O Bom
Publicado em 29 de set de 2009
Rua Augusta / O Bom
Raul Seixas
Entrei na Rua Augusta
A 120 por hora
Toquei a turma toda
Do passeio pra fora
Com 3 pneus carecas
Sem usar a buzina
Parei a quatro dedos
Da esquina
Falou!
Vai! Vai! Johnny
Vai! Vai! Alfredo
Quem é da nossa gangue
Não tem medo
Vai! Vai! Johnny
Vai! Vai! Alfredo
Quem é da nossa gangue
Não tem medo
Meu carro não tem breque
Não tem luz
Não tem buzina
Tem 3 carburadores
Todos os 3 envenenados
Só para na subida
Quando falta a gasolina
Só passa se tiver
Sinal fechado
Tremendão!
Vai! Vai! Johnny
Vai! Vai! Alfredo
Quem é da nossa gangue
Não tem medo
Vai! Vai! Johnny
Vai! Vai! Alfredo
Quem é da nossa gangue
Não tem medo
Tom Zé - São São Paulo
Mr Bongo
São, São Paulo
Tom Zé
São, São Paulo
Quanta dor
São, São Paulo
Meu amor
São oito milhões de habitantes
De todo canto em ação
Que se agridem cortesmente
Morrendo a todo vapor
E amando com todo ódio
Se odeiam com todo amor
São oito milhões de habitantes
Aglomerada solidão
Por mil chaminés e carros
Caseados à prestação
Porém com todo defeito
Te carrego no meu peito
São, São Paulo
Quanta dor
São, São Paulo
Meu amor
Salvai-nos por caridade
Pecadoras invadiram
Todo centro da cidade
Armadas de rouge e batom
Dando vivas ao bom humor
Num atentado contra o pudor
A família protegida
Um palavrão reprimido
Um pregador que condena
Uma bomba por quinzena
Porém com todo defeito
Te carrego no meu peito
São, São Paulo
Quanta dor
São, São Paulo
Meu amor
Santo antônio foi demitido
Dos ministros de cupido
Armados da eletrônica
Casam pela TV
Crescem flores de concreto
Céu aberto ninguém vê
Em brasília é veraneio
No rio é banho de mar
O país todo de férias
E aqui é só trabalhar
Porém com todo defeito
Te carrego no meu peito
São, São Paulo
Quanta dor
São, São Paulo
Meu amor
Billy Blanco - Sinfonia Paulistana (Álbum Completo/Full Album)
Publicado em 25 de jan de 2014
TODOS OS DIREITOS PERTENCEM A BILLY BLANCO, SEUS DESCENDENTES E REPRESENTANTES LEGAIS. EU NÃO SOU O PROPRIETÁRIO DOS DIREITOS AUTORAIS DESTA OBRA, E NÃO PRETENDO MONETIZÁ-LA DE NENHUMA MANEIRA. O intuito deste vídeo é prestar homenagem, tanto a Billy Blanco, como compositor, como também à cidade de São Paulo, por ocasião de seu 460º aniversário de fundação, em 25 de janeiro de 2014. A Sinfonia Paulistana foi concluída em 1974, e lançada por ocasião do Quarto Centenário da Cidade de São Paulo e pelas comemorações que se deram na cidade. Billy Blanco trabalhou nela durante dez anos. É composta por quinze canções, cantadas por Elza Soares, Pery Ribeiro, Cláudia, Claudette Soares, Nadinho da Ilha, Miltinho, coro do Teatro Municipal de São Paulo. Músicas: 1) - Louvação de Anchieta (Pery Ribeiro) 2) - Bartira (Claúdia) 3) - Monções (Pery Ribeiro) 4) - Tema de São Paulo (Coro) 5) - Capital do tempo (Elza Soares) 6) - Dinheiro (Nadinho da Ilha) 7) - Coisas da noite (Pery Ribeiro) 8) - O céu de São Paulo (Pery Ribeiro) 9) - Amanhecendo (Coro) 10) - O tempo e a hora (Pery Ribeiro, Claúdia e Coro) 11) - Viva o camelô (Miltinho) 12) - Pró esporte (Elza Soares) 13) - São Paulo jovem (Pery Ribeiro) 14) - Rua Augusta (Coro) 15) - Grande São Paulo (Pery Ribeiro e Coro) Produção de Aloysio de Oliveira. Todas as composições - de Billy Blanco. Coro do Teatro Municipal de São Paulo. Orquestra regida pelo maestro Chiquinho de Moraes. Arranjos - Maestro Chiquinho de Moraes.
Tema de São Paulo
Publicado em 25 de jan de 2012
Música
Publicado em 25 de jan de 2014
Paulistana - Retrato de uma cidade de Billy Blanco - arranjos Júlio César Figueiredo Banda Sinfônica Jovem Regência - Mônica Giardini Cantores: Billy Blanco - Célia - Cláudya, Pery Ribeiro, Zé Luiz Mazziotti, Saulo Javan Participações: Júlio César Figueiredo - Piano Zeli - Baixo Lilian Carmona - Bateria Sérgio Roizenblit - Vídeo
Márcia - RONDA - Paulo Vanzolini
Publicado em 27 de nov de 2012
Album: Paulo Vanzolini - Acerto de Contas (Vários Intérpretes). Ano de 2002. "Originalmente lançado em 1953 por Inezita Barroso, sem no entanto repercutir, em virtude do sucesso do outro lado do 78, a "Marvada pinga". Sucesso mesmo só com Márcia, em 1977, em LP de mesmo nome, e ela voltaria a gravar "Ronda" em 2002." samuel63867
Letra:
De noite eu rondo a cidade
A te procurar sem encontrar
No meio de olhares espio em todos os bares
Voce nao esta
Volto pra casa abatida
Desencantada da vida
O sonho alegria me da
Nele voce nao esta
Ah, se eu tivesse quem bem me quisesse
Esse alguem me diria
Desiste, esta busca e inutil
Eu nao desistia
Porem, com perfeita paciencia
Volto a te buscar
Hei de encontrar
Bebendo com outras mulheres
Rolando um dadinho
Jogando bilhar
E neste dia entao
Vai dar na primeira edicao
Cena de sangue num bar
Da avenida Sao Joao
A te procurar sem encontrar
No meio de olhares espio em todos os bares
Voce nao esta
Volto pra casa abatida
Desencantada da vida
O sonho alegria me da
Nele voce nao esta
Ah, se eu tivesse quem bem me quisesse
Esse alguem me diria
Desiste, esta busca e inutil
Eu nao desistia
Porem, com perfeita paciencia
Volto a te buscar
Hei de encontrar
Bebendo com outras mulheres
Rolando um dadinho
Jogando bilhar
E neste dia entao
Vai dar na primeira edicao
Cena de sangue num bar
Da avenida Sao Joao
De noite eu rondo a cidade
A te procurar sem encontrar
No meio de olhares espio em todos os bares
Voce nao esta
Volto pra casa abatida
Desencantada da vida
O sonho alegria me da
Nele voce nao esta
Ah, se eu tivesse quem bem me quisesse
Esse alguem me diria
Desiste, esta busca e inutil
Eu nao desistia
Porem, com perfeita paciencia
Volto a te buscar
Hei de encontrar
Bebendo com outras mulheres
Rolando um dadinho
Jogando bilhar
E neste dia entao
Vai dar na primeira edicao
Cena de sangue num bar
Da avenida Sao Joao
A te procurar sem encontrar
No meio de olhares espio em todos os bares
Voce nao esta
Volto pra casa abatida
Desencantada da vida
O sonho alegria me da
Nele voce nao esta
Ah, se eu tivesse quem bem me quisesse
Esse alguem me diria
Desiste, esta busca e inutil
Eu nao desistia
Porem, com perfeita paciencia
Volto a te buscar
Hei de encontrar
Bebendo com outras mulheres
Rolando um dadinho
Jogando bilhar
E neste dia entao
Vai dar na primeira edicao
Cena de sangue num bar
Da avenida Sao Joao
Compositores: Paulo Emilio Vanzolini
Letra de Ronda © Rosati Emilio


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